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Os primeiros dentinhos

Por Marina Breithaupt

Alguns bebês passam pela chegada dos dentinhos sem problemas, mas para a grande maioria os dentes aparecem acompanhados de alguns incômodos

Os primeiros dentinhos

Com a chegada dos primeiros dentinhos, é comum os pais relatarem mudança de comportamento, irritabilidade, alterações no sono, febre e até diarreia nos bebês.

Esse é um momento delicado para a maioria deles, sem dúvida, e grande parte das crianças apresenta, sim, alterações durante essa fase.

Ainda não apareceram os dentinhos por aqui, mas já estamos esperando por eles, já que nessa semana nossa bebê começou a esfregar muito - loucamente - as gengivas.

Eu acho que logo teremos o primeiro dente apontando e, por isso, comecei a me lembrar de como foi esse momento quando chegou a vez da Babi e do Theo.

Fui procurar na memória como aconteceu e como eles se comportaram, quais sintomas tiveram e como eu fiz para lidar com esse momento.

Bom, tivemos aqui o nascimento dos primeiros dentinhos um pouco fora do padrão. Especialistas dizem que, em geral, a dentição começa por volta dos 6 meses e aqui foi perto de 12 meses, mas desde os 9 meses eles já começaram a babar muito, uma babação enlouquecida.

Tivemos febre, tivemos diarreia antes de alguns dentinhos, tivemos muito chororô e bebês inconsoláveis. Tivemos - infelizmente - o pacote completo! 

A irritabilidade era visível. Acredito que a dor, aliada às muitas noites mal dormidas, não ajudam em nada a tranquilizá-los.

Usamos muitas compressas geladinhas nessa época, além de oferecer mais alimentos gelados. Vale até sorvetinho de leite materno - Babi adorava! Os mordedores com gel, próprios para serem congelados, foram muito úteis também.

Comprei três iguais para o Theo, assim, sempre havia um prontinho para aliviar o desconforto no congelador. Além de amenizar a dor, os mordedores fazem massagem, portanto, gelados ou não, são úteis.

Lembro que foram dias complicados em que o cansaço e o estresse tomaram conta das nossas vidas.

Já estou me preparando por dias assim, apesar de saber que cada bebê é único e, portanto, a história pode não se repetir.

Paciência é a palavra-chave da maternidade, além do mantra: "Vai passar!"

Converse com o pediatra ou com um especialista para que esse momento seja o menos traumático possível para todos. Algumas vezes Theo precisou ser medicado para conseguir passar por noites de dor, portanto, ter o acompanhamento de um profissional pode fazer toda a diferença!

Um beijo

(Foto: ShutterStock)