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Erros na hora de montar o enxoval do bebê

Antes de sair comprando tudo o que te falam, respire e avalie a necessidade de cada item

Erros na hora de montar o enxoval do bebê

O processo de gestação de um bebê traz para a mãe inúmeros sentimentos. A expectativa em relação ao enxoval está muito ligada ao desejo de oferecer o melhor possível para o filho e traz a sensação de cuidado. Porém, junto desse momento, muitas dúvidas surgem. O que comprar? Qual quantidade? Qual é a melhor marca?

Com a enxurrada de informações, vindas de todos os lados, ficar confusa e perdida nesse universo é natural. E isso dá margem para erros na montagem do enxoval – aliás, o primeiro deles é não peneirar esse bombardeio de recomendações.

“O primeiro passo é entender que cada mãe é única, bebês são únicos e com necessidades diferentes uns dos outros”, afirma Sara Mota, personal shopper e consultora da Temporada em Orlando. Quem faz coro a essa afirmação é a coach Amanda Rocha, mãe de Manuela (2 anos) e Rafaela (20 dias).

“Acho a questão do enxoval muito pessoal. Todos me falaram para não comprar muita fralda e roupinhas RN, só que minha filha teve problemas no ganho de peso e usou RN até 4 meses, ou seja, não tinha quase nada. Acho válido pesquisar, pedir opiniões, mas alguns itens só dão para saber na sua vivência se serão úteis ou não”, conta.

Para resolver questões assim, uma dica bacana é de ter à mão sites de enxoval e roupinhas de bebê com entrega rápida ou lojas próximas de casa, às quais se possa recorrer num instante caso sinta falta de algum item que não comprou.

Independente das particularidades, que só poderão ser sentidas após o nascimento do bebê, alguns erros clássicos podem ser evitados. Confira os maiores deles cometidos pelas mães de primeira viagem, segundo elas próprias!

  • Comprar além da conta. “Comprei 40 bodies e calças tamanho RN porque disseram que sujava muito e eu não teria tempo de lavar”, conta Vívian Marin Dutra, mãe de Helena (2 anos).
  • Não pesquisar o tamanho. “Comprei biquíni tamanho P para a minha filha, que era para 0 a 3 meses. Qual a probabilidade de um bebê usar isso?”, questiona Andressa Bristotti, mãe de Manuela (2 anos).
  • Não testar o produto. “Veja se o carrinho cabe no porta-malas do carro. Esse foi nosso maior aprendizado. Economizamos horrores comprando o carrinho nos Estados Unidos. Uma semana antes do Rafael nascer, descobrimos que não cabia no porta-malas. Tivemos que comprar um carro maior e a economia já era”, lamenta Flavia Sobral Faccioni, mãe de Rafael (6 meses).
  • Acreditar só nas referências. “Comprei roupa de 3 meses achando que minha filha ia usar nesse período, mas com 3 meses alguns bebês usam tamanho de 6 meses e eu nem fazia ideia, então tinha roupa de verão que estava na idade só que no inverno”, diz Andressa Bristotti, mãe de Manuela (2 anos).
  • Pesquisar o lugar das compras. “Fiz meu enxoval nos Estados Unidos, mas fui na época de verão para lá e não achei quase nada de manga longa ou casacos. Detalhe: minha filha nasceu no inverno”, revela Renata Nascimento, mãe de Gabriela (10 meses).
  • Adquirir sapatos para bebês. “Sapatos até os 12 meses foi uma das grandes bobagens que comprei. Incomoda o bebê e eles tiram na primeira oportunidade”, pontua Renata Nascimento, mãe de Gabriela (10 meses).
  • Ter jogo de quarto a mais. “Comprei lençóis, mantas em excesso. Meu filho nasceu no verão de Salvador. Ainda hoje tenho 3 ou 4 conjuntos de lençol completo sem uso”, afirma Chris Sacramento, mãe de Bernardo (5 meses).
  • Aproveitar os bons preços sem critério. “Fiz meu enxoval nos Estados Unidos, com o dólar a R$ 2,30. Estava empolgada; queria acertar tudo! Resultado: comprei 7 mamadeiras de cada tamanho, de duas marcas pelo menos, além de 7 tipos de chupetas, aquecedor de papinha, aquecedor de lenço umedecido, concha para os seios (todos os tipos), alça para mamadeira e todos os cremes para estrias. De tudo isso eu só usei um tipo de chupeta e um creme de estria”, admite Vívian Marin Dutra, mãe de Helena (2 anos).
  • Seguir o conselho dos outros. “Compre algumas peças RN, mesmo que todo mundo te diga para não comprar. Eu usei quase 2 meses de RN (usei até gastar o que tinha) e o Rafael nasceu no tempo normal. O mesmo vale para fralda. Peça no chá de bebê mais de um pacote tamanho RN e XP, sim”, sugere Flavia Sobral Faccioni, mãe de Rafael (6 meses).
  • Ter menos peças que o necessário. “O que mais errei foi comprar muitos bodies só para até 6 meses, mas de 6 a 12 meses não comprei tantos e o usamos demais, porque segura a fralda e ajuda muito”, aponta Renata Nascimento, mãe de Gabriela (10 meses).
  • Não fazer um teste prévio de fraldas. “Fiz um estoque de fraldas descartáveis de pelo menos três marcas, de tamanhos variados (4 de RN; 15 das P; 25 das M), mas hoje meu filho usa praticamente uma delas, M ou G. Isso porque ele tem coxas grossas e as outras apertavam demais”, explica Chris Sacramento, mãe de Bernardo (5 meses).

 

(Foto: Getty Images)